Depois de chegar à velhice e de ver seu patrimônio quase que integralmente pulverizado, derruído e desaparecido, ao ponto de estar passando por perrengues para custear sua própria sobrevivência, o ex-governador de Sergipe por dois mandatos - 1995-1998 / 1999-2002 -, e ex-senador Albano Franco, 81 anos, foi à Justiça no último dia 2 de junho pedir preservação e segurança patrimonialista para três últimos imóveis que ainda lhe restam.
De acordo com um Termo de Declaração que Albano Franco fez registrar no Cartório do Terceiro Ofício e é de conhecimento público, nenhum negócio pode ser feito desfazendo os três bens que ele dispõe se não houver as assinaturas, em conjunto e uníssono, do filho Ricardo Barreto Franco e da filha Adélia Barreto Franco.
No documento, o ex-governador se declara inseguro e incapaz de decidir sozinho, apesar “de lúcido”, sobre a migração e a mobilidade patrimonial de qualquer um desses seus bens imóveis.
Albano Franco: “Não me sinto seguro de realizar atos negociais relacionados ao meu patrimônio imobiliário” |
E os termos da declaração dizem mais, em reforço. “Neste sentido, declaro, de livre e espontânea vontade, também, que doravante todos os atos negociais relacionados ao meu patrimônio imobiliário devem contar, necessariamente, com o exame e assinatura dos meus filhos, Ricardo e Adélia, para que nem eu venha me prejudicar, nem eles, por consequência. Desejo ainda que esta declaração venha a constar nas matrículas de registro dos imóveis descritos abaixo”, diz o documento, e arrola os imóveis.
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Fonte JLpolitica
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