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quarta-feira, 8 de junho de 2011

Rosário: Presidente da Câmara lamenta silêncio de secretária de Saúde

 
Amélia Passos
Na última quinta-feira, 2, durante sessão na Câmara Municipal de Rosário do Catete, o presidente do Legislativo, Delson Leão (PSB), lamentou o comportamento da secretária de Saúde, Amélia Passos (PMDB), que compareceu à Casa, mas se negou a prestar esclarecimentos sobre a real situação da saúde pública no município. 

Delson explicou que a convocação de Amélia Passos, que também é vereadora e está licenciada para o cargo, não tinha relação com a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Saúde, pois não seria necessária a apresentação de nenhum documento na ocasião. O requerimento aprovado pelo plenário solicitava a presença da secretária para que ela explicasse o porquê dos atuais problemas que envolvem os serviços de saúde prestados à população, inclusive com registro de morte dentro do posto de saúde na sede de Rosário. 
  
Amélia Passos, no entanto, segundo o presidente da Câmara, foi orientada por seus advogados a não responder a nenhuma questão dos colegas parlamentares. “Ela não quis se pronunciar porque sabe da culpa. Diz o ditado que quem fala, consente”, relacionou Delson.

CPI
                                               
Em relação à CPI, o presidente da Câmara informou que os trabalhos da Comissão estão em pleno andamento. Foi enviado um ofício tanto para a Secretaria de Saúde quanto ao Tribunal de Contas solicitando uma série de documentos para esclarecer, entre outras pendências, a falta de remédios e de médicos nos postos de atendimento.

Para Delson, a falha no setor não resulta de falta de dinheiro, uma vez que a verba repassada para a Secretaria de Saúde do município é de quase meio milhão de reais. “Numa entrevista cedida a uma emissora de rádio, ela (Amélia Passos) afirmou que, só de folha de pagamento, são gastos R$ 260 mil. Ou seja, há uma sobra de R$ 240 mil para outros gastos, entre compras de remédios e reformas, mas nada disso vem sendo feito”, reclamou o vereador.

Nosso projeto é o da mudança, não de poder


Os administradores devem ter um projeto definido para governar, e não um projeto para ganhar eleição.
 
Wagner Quintela
Empresário no ramo de Consultoria Pública e desde os 18 anos envolvido na política de Rosário do Catete, Wagner Quintela (PSB) já atuou como vereador, vice-prefeito e prefeito na sua cidade. Na última disputa eleitoral em 2008, na qual foi candidato à prefeitura, o Baby (como é chamado carinhosamente por seus eleitores) perdeu por apenas 197 votos para o atual gestor. Segundo ele, o dinheiro da máquina pública foi usado de forma sistemática a fim de impor à população uma candidatura despreparada. Durante o mandato de quatro anos em que dirigiu o município, Quintela optou por ações voltadas para a mudança positiva de Rosário, e desde que saiu da situação, em1996, tem trabalhado a favor dos mais carentes, dos cidadãos que desejam uma cidade com condições de vida mais dignas. Segue abaixo entrevista com o jovem líder.

Depois das últimas derrotas, o senhor ainda pretende candidatar-se à Prefeitura de Rosário do Catete na próxima eleição?
WQ - Depende do grupo político no qual estou inserido. Uma possível candidatura minha será tomada em consenso com todo o grupo. Caso o grupo seja a favor, eu atendo.

Surgiram boatos de que o senhor poderia se unir ao ex-prefeito, Laércio Passos, ou ao atual gestor, Etelvino Barreto. O senhor confirma alguma das suspeitas?
WQ – O meu projeto não é de poder, mas sim de mudança. Se qualquer um dos dois (Laércio ou Etelvino) tivesse um projeto de mudança, não haveria nenhum problema de haver união. Infelizmente nenhum dos dois tem esse foco.

O senhor tinha um patrimônio eleitoral da oposição e de seus seguidores na Câmara de Vereadores, mas agora eles totalizam quatro parlamentares. Qual o seu posicionamento diante da recente mudança de lado que a vereadora Maura Cecília (PDT) realizou?
WQ – Nós continuamos com a maioria, pois temos quatro vereadores na oposição e a prefeitura, conforme comentários dos assessores de lá, possui três parlamentares ao seu favor, enquanto Laércio Passos tem apenas dois.

E quanto à possível união de Laércio Passos e Etelvino Barreto, que impacto tem nos seus propósitos?
WQ – Nós já enfrentamos, sem medo, uma eleição com eles dois unidos. O meu objetivo é continuar fazendo oposição, que foi o lugar onde o povo me colocou. Esse é meu trabalho: lutar pelos direitos do povo, mas na oposição. Caso os cidadãos rosarenses queiram que nós trabalhemos por eles na situação, alcançaremos essa posição.

Qual o seu posicionamento em relação à possibilidade de Silvany Mamlak, esposa do prefeito de Capela, Sukita, candidatar-se à prefeitura de Rosário?
WQ – A democracia é o bom viver dos contrários. Todo mundo que vota tem o direito de ser votado. Logo, se ela é eleitora de Rosário, tem os direitos de ser candidata e de ser votada. Todavia, a candidatura de uma pessoa não pode ser um desejo pessoal. A candidatura deve ser construída e alicerçada no povo e com as alianças políticas. Eu não posso ser candidato de mim mesmo, tenho que ser candidato de um grupo político.

O senhor já tem uma coligação?
WQ – A coligação só pode ser feita após a convenção, que ocorrerá no mês de junho de 2012.

O senhor disse, em entrevista à Voz dos Municípios, que não perdeu a última eleição para um candidato, mas sim para uma estrutura de corrupção eleitoral. Como prevê o processo da próxima sucessão municipal?
WQ – Eu sonho que Rosário do Catete se torne uma cidade democrática, que o voto popular prevaleça sobre o dinheiro público principalmente. O que vem acontecendo nas eleições de Rosário é o prevalecimento do dinheiro sobre a vontade popular. Infelizmente, quem sofre é o povo, que passa a ter administrações medíocres. Eu gostaria de ver Rosário escolhendo o que é melhor para a cidade.

Como o senhor vê o desempenho da Câmara de Vereadores atualmente perante a sociedade rosarense?
WQ – Vou plagiar Lula: nunca na história desse município houve uma Câmara tão eficiente, exercendo seu papel de fiscalizador, o papel de contestar, cobrar da administração, como esta Câmara agora. É lógico que tem defeitos, como todo mundo, mas na história política de Rosário é a primeira vez também que, principalmente a oposição, trabalha com tanta eficiência.

Como o senhor vê a situação das áreas que vêm despertando mais polêmica, como a saúde e a educação?
WQ – Eu vejo que Saúde e Educação não podem ser politizadas, e sim trabalhadas efetivamente para a sociedade. Há um bom tempo, essas áreas vêm sendo politizadas em Rosário do Catete. Por exemplo, Laércio Passos, quando foi prefeito (passou oito anos), antes de transferir seu título de eleitor para a cidade de Laranjeiras e levar também o dinheiro de Rosário para lá, fechou o hospital, alegando que o prédio seria reinaugurado ainda na sua administração. Já se passaram seis anos e a obra ainda não foi concluída. Não existe um projeto definido para a melhoria da saúde. A Secretaria de Saúde está sendo gerenciada pela esposa de Laércio Passos e a cidade vive um caos no setor. Pessoas estão morrendo nos postos de saúde, outras sofrendo com a falta de medicamentos e ainda há indícios de desvio de dinheiro público que deveria ser voltado para a área. Prova disso é a CPI da Saúde na Câmara. Isso é um absurdo, é inadmissível numa administração pública. E sobre a educação, quem mais sabe dos problemas enfrentados são os professores, os alunos e seus pais. Os professores nunca foram tratados com tanto desrespeito, sem prestígio algum, como vêm sendo por essas últimas gestões. É importante que todos os problemas sejam revistos, pois não se pode proporcionar uma boa educação se não há valorização dos professores e uma boa estrutura para as escolas. Vale ressaltar também que é fundamental ouvir a categoria, pois é ela quem está presente no dia-a-dia dos estudantes, é quem sabe das dificuldades. A administração precisa escutar mais, conversar mais com quem entende, para errar menos. Essas falhas vêm ocorrendo no município não somente na Saúde e na Educação, mas também em diversos setores. Os administradores devem ter um projeto definido para governar, e não um projeto para ganhar eleição.

Que nota o senhor dá para a administração de Etelvino Barreto?
WQ – Quem sou eu para dar nota à administração de prefeito. Quem deve dar nota são os munícipes. O povo que tem que saber se o governo atual é bom ou não. Eu simplesmente tenho um modelo de administração diferente do que está aí, diferente do que foi implantado desde a época de Laércio Passos, que pregou a perseguição, a humilhação, o mau trato ao povo. Em seus mandatos, quando se pagava o Bolsa Renda, era com humilhação. Durante os dois meses que passamos na administração através do vereador Helhinho (PV), implantamos o Programa de Inclusão Social (PIS), que foi pago a todas as pessoas que tinham necessidades, que eram carentes realmente e sem distinção de cor partidária, o que é fundamental. Nós mostramos à população de Rosário que não existia crise financeira, e sim crise administrativa. Após a administração de Helhinho, o dinheiro começou a aparecer, a arrecadação começou a aparecer e isso mostrou que antes existia alguma coisa errada. Eu sou contra esse modelo de gestão que foi implantado desde a administração anterior. Sou a favor de um governo diferente, um Rosário diferente, um Rosário que pode crescer muito mais. Um Rosário que pode mais. Então, quem deve dar nota à administração do atual governo é o povo, se achar conveniente.

Fonte: Jornal A voz dos municípios edição338.

segunda-feira, 6 de junho de 2011

OPERAÇÃO POLICIAL EM ROSÁRIO DO CATETE CUMPRE MANDADOS PRISÃO

Policiais Civis e Militares realizam desde as primeiras horas desta segunda-feira (06), uma  verredura na Prefeitura de nosso município, o objetivo foi apreender documentos  e representantes de órgãos públicos acusados de praticar irregularidades ao realizar licitações em obras públicas. Sabe-se ainda que essa Operação foi deflagrada em todo estado de Sergipe.

MISSA DE MARCELO MAXI.


Marcelo Maxi - Saudades
Amanhã é a missa de 01 ano da morte do nosso AMIGO MARCELO MAXI, esse AMIGO que nos DEIXOU MUITAS SAUDADES. Pedimos aos AMIGOS que levem um QUILO de alimento para que possamos distribuir as pessoas carentes de nossa cidade, vamos trazer um pouco de conforto e alegria aos mais precisados.

A missa será realizada no dia 07 de junho de 2011 às 19 horas na IGREJA MATRIZ de ROSÁRIO DO CATETE, NÃO DEIXEM participar desse ATO DE FÉ e SOLIDARIEDADE CRISTÃ.

MARCELO MAXI AGRADECE.

HUMOR DO CATETE.

Baiano desesperado no Rio
A REAÇÃO DE UM BAIANO DURANTE UM TIROTEIO
 
Imagine a reação de um baiano que está visitando algum parente no Morro do Alemão no Rio, quando tem início um tiroteio terrível.
De um lado bandidos.
Do outro, a polícia.
E ele bem no meio do fogo cruzado.
Na foto anexa pode se ver
a angústia
o desespero
a adrenalina
e o estresse
do cidadão baiano



Ex-prefeito de Rosário do Catete quase apanha em evento social.


O fato ocorreu na ultima sexta-feira dia 03 de junho de 2011, no Bar Verde Vida onde foi realizado uma seresta, segundo informações de populares um servidor público estava no evento acompanhado de uma amigo quando o ex-prefeito que também estava no local acompanhado de alguns correligionário começou a saudar alguns populares que se faziam presentes no evento.

Segundo relatos uma promessa de campanha que não foi cumprida  determinou toda confusão e o ex-prefeito só não apanhou porque seus companheiros intercederam, se colocando na frente dos socos e pontapés.

River Plate é bi campeão sergipano de futebol

O São Domingos abriu o placar, mas ao final do primeiro tempo, o time de Carmópolis empatou.
05/06/2011 - 18:07
Gol do River é muito comemorado (Foto: Filippe Araújo)
A partida entre o River Plate e São Domingos marcou a decisão do Campeonato Sergipano de Futebol na tarde deste domingo, 5 no Batistão. O público não foi o esperado, mas a renda foi o dobro da registrada na última partida [R$ 11 mil 820].
O São Domingos abriu o placar, mas precisava fazer três gols para ir para os pênaltis e quatro para sagrar-se campeão. Com o resultado de 1 x 1  o time e a torcida comemoram o bi-campeonato. A festa já começou na cidade de Carmópolis com direito a trio elétrico.
O Coelho do Agreste começou a partida com vontade e aos dois minutos do primeiro tempo, Nivaldo, camisa 9, abriu o placar fazendo 1 a 0 para o São Domingos, animando a pequena torcida. O time foi melhor durante todo o primeiro tempo, mas aos 47 minutos, o lateral Argos, do River, chutou no canto esquerdo do goleiro Ivan, empatando o jogo.
Time comemora título com torcedores (Foto: Cícero Mendes/Empauta)
No intervalo, o técnico do River Plate comentou a partida. “O time começou o jogo lento, desacelerado, melhorou a partir dos 30 minutos, mas ainda é pouco para uma equipe que quer ser campeã”, cobra.
O segundo tempo começou com várias alterações nas duas partidas, inclusive com a saída do artilheiro Nivaldo, autor do primeiro gol do São Domingos. O Coelho do Agreste não conseguiu manter a mesma garra do primeiro tempo e a dez minutos de encerrar a partida, a torcida do River Plate começou a gritar: bi campeão, bi campeão.
Ao final, os jogadores correram para saudar a torcida, fazendo alusão ao bonde e gritando: "tô sem freio, tô sem freio".
Por Aldaci de Souza
Portal Infonet